Pazuello responsabilizará STF, TSE, Congresso e governadores em depoimento

General passou o fim de semana no Palácio do Planalto e recebeu um treinamento para depor aos senadores membros da CPI da Covid

Reprodução: iG Minas Gerais Pazuello responsabilizará STF, TSE, Congresso e governadores em depoimento

O ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, continua seu treinamento – dentro do Palácio do Planalto – para prestar esclarecimentos aos senadores membros da  CPI da Covid na próxima quarta-feira (05), às 10h. A defesa do general irá se basear em quatro tópicos: responsabilizar o Supremo Tribunal Federal (STF), Tribunal Superior Eleioral (TSE), Congresso Nacional e governadores estaduais. As informações são da jornalista Thaís Oyama .

Principal preocupação de Bolsonaro, a prioridade de Pazuello será em proteger o governo federal. Antes mesmo de realizar a defesa da sua passagem à frente do Ministério da Saúde.

Prefeitos e governadores

A linha de defesa do general se iniciará tratando sobre a demora da Organização Mundial da Saúde na decretação do estado de pandemia, no início de 2020.

Com isso, a crítica será endereçada aos chefes de executivos municipais e estaduais por permitirem a realização de festas comemorativas naquele ano, como o Carnaval.

Superior Tribunal Federal

Argumento frequentemente utilizado pela base governista, Eduardo pontuará que o STF ‘retirou’ a autonomia do governo federal em conduzir um plano nacional de enfrentamento à pandemia de covid-19.

Exaltação ao governo federal

Pazuello também discorrerá à respeito das ações de prefeitos e governadores em comparação ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). Nesse momento, o foco é listar as ações tomadas pelo Planalto, como a adoção do auxílio emergencial, repasse de recursos e compra de vacinas.

Aqui, o ex-ministro irá pontuar o que chamou de “desmobilização” por parte dos governos estaduais que não deram continuidade na criação de mais leitos de UTIs.

Congresso e Tribunal Superior Eleitoral

Por fim, o general se posicionará contra a decisão do Congresso que não permitiu o adiamento das eleições municipais de 2020 e agendou o pleito para novembro do mesmo ano. O argumento utilizado será que a primeira variante do novo coronavírus surgiu dias após o segundo turno das eleições.

Na tese do governo, comícios e aglomerações foram as responsáveis pela produção de novas cepas e, consequentemente, pela segunda onda que tomou conta do país. Aqui, menção ao ministro Luis Roberto Barroso – presidente do TSE e ministro do STF – que apoiou a realização do pleito eleitoral.

Aqui, o ex-ministro irá pontuar o que chamou de “desmobilização” por parte dos governos estaduais que não deram continuidade na criação de mais leitos de UTIs.

Congresso e Tribunal Superior Eleitoral

Por fim, o general se posicionará contra a decisão do Congresso que não permitiu o adiamento das eleições municipais de 2020 e agendou o pleito para novembro do mesmo ano. O argumento utilizado será que a primeira variante do novo coronavírus surgiu dias após o segundo turno das eleições.

Na tese do governo, comícios e aglomerações foram as responsáveis pela produção de novas cepas e, consequentemente, pela segunda onda que tomou conta do país. Aqui, menção ao ministro Luis Roberto Barroso – presidente do TSE e ministro do STF – que apoiou a realização do pleito eleitoral.

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